segunda-feira, 15 de novembro de 2010

UM ASTRO CHAMADO MIKA

Nascido no Beirute, Líbano, em 18 de Agosto de 1983, Michael Holbrook Penniman, conhecido no cenário musical como Mika, é filho de pai norte-americano e mãe libanesa. Filho do meio dentre cinco, Mika e sua família viram-se obrigados a deixar o seu país natal devido à situação de conflito e partiram para Paris quando ele tinha apenas um ano de idade. Mudaram-se, novamente, desta vez para Londres, na altura dos seus nove anos de idade, após seu pai ter sido raptado no Kuwait durante a Guerra do Golfo. Em Londres, frequentou inicialmente o Lycées Français Charles de Gaulle, no entanto, devido ao seu problema de dislexia, foi vítima de incompreensão por parte dos professores e também de maus tratos por parte dos seus colegas (bullying), fato que o levou a mudar para um colégio britânico. Seu contato com a música começou cedo, aos onze anos, participou de uma ópera chamada Die Frau ohne Schatten, de Strauss, a cargo da sua professora de música. Devido à grande variedade de influências musicais que recebeu em toda a sua vida, Mika tem hoje um reportório que se pode definir como uma mistura de todas essas influências. No entanto, o que mais encanta das suas características, é a sua voz, muito comparada a de Freddie Mercury. Excêntrico em palco e com um ritmo dançante, leva o público ao delírio quando aplica tons mais altos e agudos na sua voz.


Durante cinco anos tentou, em vão, entrar no mercado da música. Com um estilo muito diferente e arrojado, diferente de tudo o que hoje em dia se vende, Mika foi, por várias vezes, rejeitado pelas gravadoras. Essa relação não tão boa com as editoras inspirou-o a escrever a letra de "Grace Kelly", o seu primeiro vídeo de divulgação, onde ele critica a editora britânica à qual estava ligado, pelo fato desta, segundo ele, o querer a todo o custo moldado para um estilo mais comercial. Sua estréia no rádio foi em Dermot O'Leary BBC Radio 2 show em setembro de 2006, mais tarde com Jools Holland e The Friday Night Project, em 19 de janeiro de 2007. Seu primeiro single foi "Relax, Take It Easy" (2006). Foi foi feito remix pela BBC Radio 1, no Reino Unido, e também foi feita Record of the Week por DJ Scott Mills. Dodgy The Holiday EP também está disponível para download . Sua canção Billy Brown estava disponível para download gratuito por uma semana na iTunes Store. A Universal Music lançou seu single Grace Kelly de download digital de 8 de janeiro de 2007, e alcançou o número um na UK Singles Chart. O CD produzido e mixado por Greg Wells, em Los Angeles, com três canções co-produzido por Jodi Marr e John Merchant, que produziu as canções originais, que lhe valeu seu contrato com a Universal. Seu álbum de estreia, Life in Cartoon Motion, foi lançado em 5 de fevereiro de 2007, e trouxe comparação com artistas como Freddie Mercury, Scissor Sisters, Elton John, Prince, Robbie Williams e David Bowie.


Life in Cartoon Motion, tem um tema que vem da idade e lida com a sua transição da infância para o presente, embora tenha afirmado que nem todas as canções são autobiográficas. Suas canções frequentemente tratam de temas difíceis. Por exemplo, em Big Girl (You Are Beautiful) o tema das mulheres que sofrem maior discriminação é explorada. Mika disse que o fato de que sua mãe era uma mulher grande, e que tinha visto os preconceitos contra ela, ajudou a escrever a canção. Em outro exemplo de lidar com o assunto mais difícil, na canção Billy Brown, Mika escreve sobre um homem casado que tem um caso homossexual. Em 20 de fevereiro de 2008, Mika abriu o Brit Awards 2008 com uma performance ao vivo de Love Today, Grace Kelly, e um dueto, Standing in the Way of Control, com Beth Ditto. Ele foi mais tarde receber o Brit Awards para Melhor Artista Revelação Britânico. Antes do lançamento de seu segundo álbum de estúdio, Mika lançou uma edição limitada chamado Songs for Sorrow EP, em 8 de junho de 2009. O EP inclui 4 faixas e um livro de 68 páginas com letras e interpretações ilustrado exclusiva de cada canção por alguns dos artistas favoritos de Mika. A canção Blue Eyes foi usada para promover o EP, e foi listada na BBC Radio 2.


O segundo álbum de estúdio do Mika, The Boy Who Knew Too Much, foi lançado em 21 de setembro de 2009. Mika gravou a maior parte do álbum em Los Angeles com o produtor e músico Greg Wells, que também produziu seu primeiro álbum Life In Cartoon Motion. O álbum foi descrito como lidar com Mika nos seus anos de adolescência, em um sentido é uma espécie de segunda parte do seu primeiro álbum. O primeiro single do álbum We Are Golden, fez sua estréia de rádio no Reino Unido em 20 de julho de 2009, na BBC Radio 2 e foi lançado para download em 6 de setembro de 2009, com o lançamento físico seguinte em 7 de Setembro 2009. O single estreou na posição #4 no UK Singles Chart em 13 de setembro de 2009. Foi relatado que Mika gastou £ 25.000 em bebidas depois de convidar os fãs a se juntarem a ele em seu pub local via Twitter em 7 de Setembro de 2009, para comemorar o lançamento de seu single.Blame It On The Girls foi lançado como o segundo single e a música Rain foi o terceiro single do álbum. Em 2010 lançou um single, em parceria com os produtores RedOne, para a trilha sonora de Kick Ass, com o mesmo nome do filme. O videoclipe de Kick Ass pôde ser visto no Brasil entre os meses de julho e setembro no canal Vh1 Mega Hits.



Mika estará no Brasil no dia 20 de novembro e participará do evento Planeta Terra que acontece no Playcenter e os ingressos já estão esgotados.

Por Luiz G

domingo, 26 de setembro de 2010

WE ARE SCISSOR SISTERS AND SO ARE YOU?

Nostalgia, esta simples palavra resume o estilo da banda nova-iorquina, Scissor Sisters.

Formada em 2001, com estilo musical baseado no clima dos anos 70 e 80, mistura disco, pop, new wave e glam rock, lança o seu terceiro álbum (Night Work) e prova mais uma vez que veio para ficar.

A banda é formada pelos vocalistas Jake Shears e Ana Matronic, o multi-instrumentista, Baby Daddy, o guitarrista e baixista, Del Marquis e o baterista, Randy Real que substituiu o Paddy Boom (antigo baterista).


O nome da banda foi tirado de uma posição sexual entre duas mulheres, algo como "colar o velcro". Rs... Bem sugestivo, não?

Em 2004, a banda chamou a atenção do público com o lançamento do seu primeiro álbum - Scissor Sisters - e obtiveram sucesso nas paradas da Austrália, Canadá e partes da Europa, em particular o Reino Unido, onde o álbum da banda foi o mais vendido daquele ano.

Seguindo o sucesso de estréia do seu primeiro álbum, em 2006, a banda lança o seu segundo álbum, Ta-Dah, e mais uma vez provou ser um fenômeno de vendas e críticas.

Agora em 2010, o terceiro dos Scissor Sisters, Night work, chegou arrasando, seguindo todo um estilo de "Embalos de Sábado à Noite", o que torna praticamente não cantarolar ou sair dançando ao som das faixas pra lá de dançantes.


Na agenda do site oficial da banda, foi anunciado os Scissor Sisters virão ao Brasil para uma apresentação no dia 22 de novembro na Via Funchal, em São Paulo.

Agora só resta perguntar, we are Scissor Sister and so are you?

Por Luiz G

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Manifestação: A falta de amor empatia!

Caros Amigos,


Muitos devem ter notado a ausência, ou saberem que estou passando por problemas de saúde, faço do texto que segue a baixo uma tentativa de obter uma solução cabível ao problema ocorrido, e repasso a vocês a fim demonstrar a minha crença na possibilidade de sermos melhores como ser humanos, levando o uso do amor e empatia.


“Só é feito conosco aquilo que deixamos que seja feito”.

“Estive no posto de atendimento da Intermédica (zona norte), o dia 14/9/2010, queixava-me de grande dor na face, congestionamento nasal e dor de cabeça, fui atendida, receitado alguns remédios e segundo o médico o quadro apresentava o início de sinusite. Obtive uma melhora, contudo, os sintomas voltaram a incomodar-me e no dia 17/09/2010, voltei ao mesmo posto clinico e fui prontamente atendida pelos recepcionistas do local, que me auxiliaram à consulta médica.
A mesma empatia não decorreu na consulta, infelizmente, o médico levantou-se da cadeira para chamar-me a porta, o comportamento permaneceu durante toda a consulta, mesmo depois de informar o meu caso, contar os antecedentes do dia 14/9, não fui examinada, o medicamento que eu havida comprado foi simplesmente descartado e uma nova receita foi fornecida, com outros medicamentos. Recomendou-me, ainda com grande desdém, que eu procurasse a um neurologista, o que contradiz o diagnóstico anterior. EM MOMENTO ALGUM NA CONSULTA O MÉDICO OLHOU E DIRIGIU-SE A MIM COM O INTUITO DE DIZER O QUE OCORRIA, NADA FOI EXPICADO, A FALTA DE EMPATIA, DESEJO DE LIVRAR-SE DA CONSULTA E A INEXISTÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE PELA PROFISSÃO E PELO PRÓXIMO FORAM AS ÚNICAS COISAS PULGENTES NO ATENDIMENTO.


Dirigi-me, a recepção, onde mais uma vez fui muito bem atendida, encaminhou-me a outra consulta e orientou-me a fazer a pesquisa de satisfação.


Na outra consulta, expliquei a situação anteriormente ocorrida, ressaltei que havia tido melhora com o medicamento, mas, que devido ao uso de ar condicionado no trabalho, mudanças climáticas dentre outros fatos, eu supunha que o quadro havia novamente regredido. Então, o médico acatou a primeira consulta feita em (14/9), pediu que prosseguisse com o tratamento. Receitou-me o mesmo medicamento emergencial feito no dia 14/9. Porém nenhum exame foi feito ou pedido, em nenhum momento o médico fez qualquer procedimento que o levasse ter confirmação do procedimento que seguiu estava correto. Ao final, o profissional simplesmente me deu uma declaração das horas. Ele julgou o atendimento dele tão eficiente que achou que eu já estava curada e poderia retomar normalmente as minhas atividades cotidianas. Embora as dores de cabeça e na face continuassem.

A minha conclusão do ocorrido é de que além de médicos mal preparados e desinteressado pela profissão, recebi atendimento de pessoas que não se responsabilizam pelo próprio trabalho, e acima de tudo que não tem o mínimo de empatia pelo próximo. O que já seria péssimo em qualquer outra profissão, mas é insustentável, por motivos óbvios, ao se tratar da área da saúde.
Senti-me desacreditada, desrespeitada e visto que em quase dois anos que pago o convenio esta foi à terceira vez que precisei de atendimento em “pronto socorro” e recorri ao posto médico da Intermédica na Zona Norte, o que me leva a crer, que não sou hipocondríaca ou vá ao médico por lazer.
Reclamo, pois, mereço melhor atendimento, não pelo fato de pagar o convenio, de maneira que, sou um ser humano em busca de ajuda e acredito ter recorrido ao lugar certo, onde deveria haver pessoas capazes (profissionalmente e moralmente) para me atender. Pessoas que não tenham feito apenas 6,7,8… anos de estudo em medicina, que tenham decorrido 25,30,40…anos de vida e neste período (bastante suficiente, em minha opinião), consigo assimilar princípios básicos de respeito para com o semelhante que envolvem amor e empatia, tais condições sem as quais não pode haver atendimento em quaisquer profissões e ou relações entre humanos e animais.
Sugiro aos médicos do hospital que assim que um paciente entrar no consultório deles, concentrem-se e digam para si próprios:
"Essa pessoa poderia ser eu, ou meu papai ou minha mamãe, ou qualquer pessoa que eu ame e respeite, então vou tentar fazer o melhor por ela”.


Esta atitude eu adoto como educadora e consigo obter excelentes resultados na formação social, moral e ética de crianças de 1 a 7 anos.
Sinceramente, faço votos que tenha eficácia na idade adulta também, e tenha efeito para este tipo de pessoas com as quais me deparei.


Este texto está sendo divulgado todos os colegas e amigos, foi encaminhado ao SAC, ao departamento administrativo da Intermédica ao Conselho de Medicina de SP e tem como intuito deixar claro o desejo de ser respeitada e que mais pessoas manifestassem este desejo.
A fim de obter melhora no desenvolvimento de ser humano, o que atinge a todas as profissões, áreas de atendimentos, colegas, amigos, conhecidos, cidadãos, etc.


OBS. Os nomes dos envolvidos, medicamentos tomados foram citados nas reclamações formais feita aos órgãos pertinentes na data de 17/9/2010.


Obrigada.

sábado, 7 de agosto de 2010

Anima Mundi

Os descomportados foram conferir a exposição do Anima Mundi, no Espaço do Memorial da América Latina no ultimo 31/8, lá estavam reunidos algumas equipes, que além de explicar um pouco mais sobre o processo de como fazer cada um dos desenhos animados, seja ele por tirinhas, massinha, areia ou até o tão moderno 3D, permitiam que você também fosse um animador, por pelo menos alguns minutos!
Um destaque muito bacana eram desenhos passando nas paredes e no teto, com o uso de projetores, era possível assistir como estivéssemos em um cinema aberto.
Também havia de ingresso para várias curtas metragens animadas.
O que nos chamou a atenção e confesso deu até vontade ter um em casa, foi o Zootrópio, uma pequena engenhoca que usando a velocidade produzida por um giro manual, faz aquela famosa reprodução de desenhos em movimento mudando, quadro a quadro.
Resumindo Anima Mundi foi mais uma das possibilidades culturais, baratas, que a nossa metrópole ofereceu!


Se você não pode ir confira as fotos!
Por:
 HB.Art'scrita




Descompotados no anima Mundi 2010

Cinema em espaço aberto
Oficinas permitiam voce ser um animador!


Zootrópio: Nós queremos um!


Desenho em Tirinhas

Os famosos 3D


 
Fotos:
By Anne Craft


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um olhar compartilhado

Diversas vezes possuímos talento e nem se damos conta dele. Quantos retratam imagens com o simples intuito de vê-las novamente, todavia não notam que eles têm uma percepção particular de um objeto, paisagem e ou pessoa. E que para revê-los, mesmo numa fotografia, é necessário tê-los enxergado pela primeira vez.
Passam desapercebidos, diariamente, diante de nos olhos belas paisagens, rostos formosos, gestos peculiares, objetos com aparências inusitadas, animais graciosos ou grotescos. Depois ficamos embasbacados ao com tamanha ou particularidade ou beleza ao visualizá-los em uma foto.
Quantas pessoas viajam quilômetros, escalam montanhas a fim de verem o nascer ou pôr do sol lindos?
Entretanto, estavam desatentos que isso poderia para o pôr ou nascer do sol visto de suas de suas próprias janelas.
Assim como pintar, esculpir, tocar um instrumento, escrever entre outras manifestações artísticas; é a capacidade de capturar boas fotografas. Um dom que pode ser aprimorado cursos, técnicas com o uso de máquinas de alta definição.
O bom fotógrafo é aquele que acima de tudo enxerga o que quase ninguém vê, consegue por meio de seus sentidos e sua dádiva natural escrever com luz (foto-luz / grafia-escrita) o que foi visto por ele.
De maneira que aquele esculpi nos deixa sentir o tato de suas obras, os que pintam dividem as cores de seus pensamentos, os escrevem a traduzem seus sentimentos, os fotografam compartilham seus olhares.
E repartir sensações, pensamentos, sentimentos e olhares é viver é humanizar.



Nós “Os Descomportados”, agradecemos a gentileza do Cristhian, 29 anos, morador de zona norte de São Paulo por compartilhar conosco o seu olhar privilegiado. Ele não fotografa profissionalmente, as fotos foram tiradas com uma câmera de celular, com muito talento e sensibilidade!
Obrigada!

Campos de Jordão

Zona Sul de São Paulo (perto do trabalho do Cristhian)



Zona Norte de São Paulo (vista da casa do Cristhian)

Por:
HB. Art'Scrita
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